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Por que os Millennials Podem ser Apáticos no Trabalho?

Por Ramón Tarango Sexta-feira, Janeiro 04, 2019

Um tema recorrente nos diversos debates de especialistas em Recursos Humanos é a Proposta de Valor da Organização e como ela pode ser aprimorada para os trabalhadores da geração Millennial (os nascidos entre 1981 e 1997).

Não é segredo para ninguém que esta geração representa uma das maiores preocupações dos departamentos de RH, que muitas vezes passam horas pensando: o que fazer para conquistar sua atenção? Como tornar nossa empresa profissionalmente atrativa a eles? O que fazer para retê-los?

Também existe a crença de que os millennials têm alto índice de apatia e, portanto, poucas vezes participam dos programas que a empresa implementa.

Conforme o Estudo de Tendências de Mercado de Benefícios Flexíveis 2017, elaborado pela Mercer Marsh Benefícios, os 59% dos colaboradores da geração Millennial fazem ajustes nos benefícios que a empresa oferece quando existe um Programa Flexível. Do restante, 37% pertencem à Geração X e 4% aos Baby Boomers.

Como explicar esta diferença no interesse de cooperação de uma geração rotulada como “Não participativa”? Como em qualquer tema de mercado, o que impulsiona a demanda é a oferta. Em outras palavras, quanto melhor conhecemos a nossa população e sua demografia, melhores condições teremos de oferecer programas superiores e que sejam atrativos para o seu momento de vida. Logicamente, haverá maior participação na iniciativa ou plano.

Quanto aos Programas Flexíveis, antes de implementar uma oferta de benefícios para os colaboradores, precisamos conhecer profundamente a população. Podemos atingir isto se nos basearmos em três pilares principais:

1. Demografia: Quantos grupos geracionais temos e quantos funcionários de cada geração temos na organização?

2. Faixa Salarial: Como é a distribuição da minha população por faixa salarial? O meu pacote de compensação oferece as oportunidades suficientes para que esses recursos sejam usados?

3. Estado Civil: Como é a distribuição dos meus trabalhadores por estado civil? Quantos são solteiros? Quantos são casados? Quantos são solteiros com filhos? Quantos são casados com filhos? Etc.

A profundidade da informação analisada de cada um destes três pilares permitirá ter uma fotografia bem clara do terreno no qual estamos pisando dentro da nossa empresa. Além disso, com uma analise técnica profunda dos benefícios fornecidos, o desenho da oferta do programa flexível começará a tomar forma.
O desenho do Programa Flexível deve oferecer, no mínimo, uma opção atrativa para cada um dos diferentes grupos de gerações, de estado civil e faixa salarial de sua organização.

Da mesma forma, junto com o programa precisa ser realizada uma excelente campanha de comunicação, que faz a diferença na participação dos colaboradores, fazendo com que não seja mais apenas uma questão geracional ou de rótulos.

Seguindo estes passos será mais simples responder a todas estas questões na hora de fazer o seu planejamento estratégico.