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Redefinindo as Feiras de Saúde nas Empresas

Por Bárbara Carbonell Segunda-feira, Dezembro 31, 2018

O aumento nos custos de saúde para os planos patrocinados pelas empresas levou os empregadores a implementar várias estratégias para sustentar os negócios. As feiras de saúde no local de trabalho são uma dessas estratégias dentro dos programas corporativos de saúde e bem-estar.

No Relatório de Tendências de Benefícios 2018 da Marsh Saldaña, 64% dos entrevistados respondeu que realiza feiras de saúde na empresa. Além disso, 71% das seguradoras de planos de saúde entrevistadas no Relatório Global de Tendências Médicas 2018 da Mercer Marsh Benefícios respondeu que oferecem feiras de saúde desde um amplo até um modesto escopo.

Considera-se a feira de saúde como sendo uma atividade que geralmente dura um ou vários dias, e incluem clínicas e balcões informativos sobre temas de saúde. Algumas delas integram fornecedores de saúde na comunidade para promover os seus serviços e palestras ou demonstrações sobre tópicos de saúde.

Diversos estudos que já verificaram a efetividade das feiras de saúde indicaram uma deficiência no acompanhamento e medição de resultados após a sua realização. Muitos empregadores mantêm um ciclo no qual os seus colaboradores participam da feira de saúde anualmente, mas não implementam mudanças importantes que se sustentem ao longo dos anos em beneficio da saúde.

Quando utilizadas estrategicamente, as feiras de saúde podem ser uma grande oportunidade de suporte dos esforços corporativos de saúde e bem-estar da empresa. Isto exige uma redefinição do conceito feira de saúde que conhecemos tradicionalmente.

O que os empregadores podem fazer?

  • Estabelecer o propósito e os objetivos a serem alcançados. A feira de saúde deve ser parte de um plano estratégico de saúde e bem-estar com objetivos e indicadores de medição.
  • Definir a população a ser impactada. Se a feira é direcionada a todos os colaboradores, a alguns departamentos ou estabelecimentos específicos e, se ela inclui os familiares.
  • Identificar a pessoa ou equipe encarregada da coordenação. Isto evitará esforços em duplicidade e um melhor planejamento da atividade.
  • Desenvolver um bom plano de comunicação. O sucesso da participação dos colaboradores dependerá de uma adequada implementação do plano.
  • Identificar o orçamento disponível. O orçamento disponível determinará a capacidade de contratação de recursos ou a possibilidade de incentivos aos colaboradores.
  • Relevância dos recursos a serem chamados. Seja para investir em programas de gestão de condições, promover programas de assistência ao funcionário, realizar clínicas de saúde ou pesquisas para obter informações para o desenho de iniciativas durante o ano, os recursos chamados devem estar alinhados ao plano estratégico e aos objetivos para os quais a feira está sendo realizada. Chamar muitos recursos não é necessariamente melhor.

Depois de muitos anos de evolução e crescimento dos programas de saúde e bem-estar no local de trabalho, aprendemos que as feiras de saúde devem funcionar como suporte de uma estratégia corporativa maior e não ser, em si mesmas, o objetivo de um programa de bem-estar.