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Boas Práticas na Gestão de Riscos Laborais

Por Gisella Balbuena Segunda-feira, Abril 30, 2018

Atingir o cumprimento dos padrões legais e corporativos de segurança e saúde já representa um grande desafio para toda empresa e cada vez é mais difícil desenhar estratégias que permitam gerar indicadores reais e positivos em termos de redução de acidentes, doenças ocupacionais e formação de uma cultura de prevenção sólida.

Buscar experiências em outras empresas pode ser enriquecedor e um bom ponto de largada. No entanto, é importante saber onde procurar e como identificar as melhores práticas,  que sejam consideradas confiáveis e passíveis de serem adaptadas à nossa gestão.

As melhores práticas têm as seguintes caracteristicas:

  1. Resolve um problema específico.
  2. É inovadora.
  3. Seu impacto pode ser medido através de indicadores.

O caso de estudo a seguir, sobre uma empresa internacional de transporte rodoviário de ônibus, que tinha dificuldade em administrar a fadiga dos seus motoristas, deixa-nos a sua experiência na implementação de um Programa de Gestão da Fadiga.

Principais Componentes do Programa:

  • Novo desenho de duração das jornadas de trabalho.
  • Implementação de locais de descanso para os motoristas.
  • Curso para supervisores e gerentes sobre reconhecimento da fadiga e conscientização sobre o seu impacto.
  • Desenho de materiais didáticos para o treinamento.
  • Oficinas dinâmicas para os motoristas e suas famílias.

O impacto das atividades do programa foi mensurado durante 12 meses. Os resultados foram os seguintes:

  • 50% de redução nos níveis de fadiga dos motoristas.
  • 39% de redução em consertos dos ônibus por acidentes menores (marcha à ré, raspões, incidentes por distração).
  • 47% de redução em descansos médicos por doença comum.
  • 28% de redução em despesas médicas.

O sucesso de melhores práticas dependerá de fatores como o nível de compromisso e envolvimento da gerência sênior e de todos os níveis da empresa, bem como do desenho adequado de objetivos e metas.

É importante definir alguns critérios durante o planejamento. Sugerimos a seguinte estrutura:

  • Necessidade.
  • Definição de objetivo.
  • Definição de indicadores.
  • Definição de equipe de trabalho.
  • Documentação das melhores práticas.
  • Análise e desenvolvimento do modelo.
  • Implementação da prática.

Cada uma destas etapas nos permitirá adaptar as melhores práticas à nossa organização e que as mesmas seja alinhadas com a estrutura das equipes de trabalho, a linguagem corporativa e com a visão e a missão empresarial.

Concluindo, sempre será necessário procurar e revisar a melhor forma de atingir os nossos objetivos em segurança e saúde. Recomendamos fazer isto por meio de publicações em fontes oficiais de informação.