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Notícias & Informativos

Tecnologias Emergentes Criam Novos Significados para a Saúde

 


A digitalização, a robótica, a inteligência artificial e outras tecnologias emergentes disruptivas estão presentes nas indústrias de diversos segmentos econômicos, inclusive em segmentos sociais importantes como o da saúde. Essas tecnologias possibilitam implantar e personalizar modelos inovadores de gestão de saúde e qualidade de vida, ter diferentes ofertas de serviços das operadoras, maior transparência da informação, reduzir custos, tornar os colaboradores (beneficiários dos planos) agentes ativos e mais participativos nos cuidados de sua saúde, além de mais envolvidos na gestão dos serviços de saúde que recebem.

O rápido progresso da digitalização da saúde está criando novos significados para segmentos como bem-estar e qualidade de vida. Uma mudança de cultura e comportamento no mundo dos negócios, reflexo do avanço da 4ª revolução industrial, que altera padrões tradicionais e as atribuições das competências estratégicas das organizações, principalmente dos RHs.

No Latin America Forum: The new digital Workplace promovido pela Mercer Marsh Benefícios™ e Mercer em Miami, de 24 a 26 de maio deste ano, reunimos as principais lideranças empresariais da América Latina, especialistas em Digital e gestores de RH. Na apresentação de um estudo viu-se que para 93% dos médicos os aplicativos móveis de saúde podem melhorar a saúde dos pacientes; 80% dos médicos usam smartphones e aplicativos médicos; e 25% usam tecnologias móveis nos cuidados com pacientes, segundo levantamento da Rock Health.

Nos estudos do Instituto Hero (Health Enhancement Research Organization), o uso de novas tecnologias também está avançado entre as empresas americanas: 39% usam aplicativos de saúde e 46% ferramentas de monitoramento. Desde 2009, a Mercer e Instituto Hero possuem uma parceria e os estudos são realizados com uma base de 1,2 mil empresas.
Outro dado interessante. O report Global Talent Trends Study  de 2017 da Mercer revelou que em relação aos aspetos tecnológicos os RHs não respondem às expectativas dos quadros superiores e dos próprios colaboradores. Os executivos (61%) acreditam ser a tecnologia no local de trabalho, incluindo a automação, a robótica, o machine learning e os wearables, uma tendência adotada pela força de trabalho de maior impacto nas suas empresas nos próximos dois anos. Por outro lado, menos de metade (49%) dos profissionais de RH concorda com esta previsão. Para os colaboradores, este cenário é ainda mais provocativo: apenas 01 em cada 05 organizações no estudo da Mercer assegura uma experiência digital de interação com os RHs. O estudo é resultado de um levantamento com mais de 1.700 profissionais de RH, 5.400 funcionários, e 400 executivos de 37 países e 20 setores industriais.

Como se vê, as novas tecnologias já estão inseridas no contexto do mundo dos negócios. No segmento de saúde, a revolução digital tem provocado uma ampla discussão envolvendo o setor público, operadoras de planos de saúde, hospitais, clínicas, médicos, cientistas, pesquisadores, consultorias e lideranças de RH, para avaliar tendências emergentes e identificar soluções promissoras. Auxiliar as empresas a navegar no ambiente de saúde em rápida transformação, estruturar e lançar programas que melhorem a saúde de seus funcionários e de seus familiares.  

A digitalização da saúde revoluciona, otimiza recursos, aprimora a coleta e a análise de indicadores, agiliza o compartilhamento de dados e a comunicação com os funcionários; reconfigura a gestão de saúde, qualidade de vida e bem-estar; e integra soluções com ganho de eficiência operacional – insights valiosos na identificação de tendências.